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Como trilhar a Jornada do Empreendedor de Startup | Parte 1: Ideação

Fala galera, aqui é o PH novamente, em um post anterior falei sobre a Plataforma Startadora e todo o ecossistema digital que estamos construindo para que você possa iniciar, gerenciar e validar a sua startup da melhor forma possível.

Hoje vamos falar um pouco sobre a espinha dorsal da nossa metodologia, que é a JORNADA DO EMPREENDEDOR.


Como você deve ter percebido, o nome do nosso blog é justamente “jornada do empreendedor”. Colocamos esse nome porque nosso objetivo aqui é gerar conteúdos que te ajude a trilhar essa jornada para criar seu negócio. 

Nós já temos em nosso blog, um post que explica um pouco da nossa jornada e como ela funciona. Aqui vou tentar aprofundar um pouco sobre o que acontece em cada etapa. Vou pular as explicações iniciais que já estão no post da Tia Erika e vou direto para a explicação de cada fase OK? (Se ainda não leu, corre lá e depois volta aqui!).

  • Post – Jornada do empreendedor de startupNossa jornada é dividida em 5 fases: ideação, pré-operação, operação, tração e expansão. Como quero de fato, aprofundar em casa fase, nesse post vou falar somente da primeiras fase, e nas próximas semanas falo sobre as três que faltou.

Lembrando que para cada fase da jornada existe um programa que a Startadora desenvolveu para ajuda-los com os desafios particulares de cada estágio de desenvolvimento. E dentro de casa fase existem quatro blocos: Foco, Desafio, Métricas e FIT.

Fase de IDEAÇÃO

Foco: Mindset

Aqui ainda não existe uma empresa, a startup é apenas um desejo na mente de um aspirante a empreendedor.

Existem muitas informações no mercado, muitas vezes informações que nos levam a crer que criar uma startup é apenas ter uma ideia, conseguir um investimento, para bancar custos de desenvolvimento de software, marketing, e depois é só ficar olhando sua conta bancária ficando cada vez maior. Algo assim já passou pela sua cabeça? Se sim, não se preocupe, é normal passar por essa fase.

Sendo assim, nosso trabalho aqui é focado em ajudar o empreendedor a entender o que realmente é uma startup e qual é a melhor forma de começá-la.

O que determina o quão boa uma startup pode ser é a capacidade de execução do seu time de fundadores. E por sua vez o que compõe um bom time, são indivíduos de alto nível. Portanto nosso trabalho aqui, é ajudar o empreendedor, a se tornar capaz de construir ótimos resultados, através de uma ótima gestão de recursos escassos. 

Desafio: Empreendedor

Como dito acima, ainda não existe uma empresa, sendo assim ainda não existe um empreendedor de startups. Existe uma pessoa com interesse em empreender. Então neste momento, o maior desafio é fazer com que essa pessoa, se torne de fato um empreendedor.

Esse é o passo mais difícil, pois é necessário sair da inércia. Deixar de ser uma pessoa de idéias e ser uma pessoa de negócios, que organiza recursos e propõe trocas de valor com outras pessoas. Isso é difícil pois exige esforço, mudanças de hábitos, de paradigmas, de prioridades, de uso de tempo, de dinheiro e muitas outras coisas que não precisa se preocupar quando você é apenas uma pessoa no sofá vendo propagandas de produtos e serviços no celular e imaginando “nossa, eu tive essa ideia há 5 anos atrás… Sabia que daria certo…”

Um empreendedor não é uma pessoa de idéias, é uma pessoa de execução. E existe um espaço enorme entre esses dois tipos de pessoas. 

Métrica: CHA

A forma de medirmos se o empreendedor está evoluindo, é medindo seus Conhecimentos, Habilidades e Atitudes (CHA) sobre o empreendedorismo.

Conhecimentos são bons e geralmente esse é o principal (muitas vezes único) fator com o qual os aspirantes a empreendedor se preocupam. É muito normal (não que isso seja algo bom) ver uma pessoa que nunca empreendeu, porém já leu dezenas de livros, biografias, e-books, faz cursos e todos os tipos de coisas. Não me entendam mal, não estou menosprezando o valor do aprendizado, mas é importante tê-lo na medida correta e no momento mais adequado.

Não deixe que uma insegurança sobre como começar se torne uma compulsão para encontrar a fórmula mágica, cruzando dezenas de histórias de sucesso; teoria é boa, mas só se aprende a fazer uma startup fazendo uma startup.

Habilidades são os pontos mais técnicos sobre como criar um negócio de base tecnológica, as chamadas hard-skills. Esse também é um ponto crucial para se fazer uma boa empresa. Você precisa ter capacidade técnica para gerir, negociar, validar, programar, fazer campanhas de marketing, organizar as finanças, conversar com clientes, fornecedores, sócios, parceiros e investidores. Assim como qualquer outra habilidade, precisamos de prática constante para alcançarmos resultados de alto nível.

Atitudes são os aspectos mais importantes, porém as menos valorizados pelos empreendedores. Se as hard-skills são as capacidades técnicas, sua contraparte são as soft-skills que são as habilidades comportamentais.

As soft-skills são cada vez mais buscadas no mercado de trabalho e completamente essenciais no empreendedorismo. Para ficar mais claro, as soft-skills são suas atitudes, o que você faz e como se comporta. Mesmo que tenha lido todos os livros sobre o tema e feito dezenas de treinamentos, se você não tiver as atitudes corretas, jamais será um empreendedor de alto impacto. 

A boa notícia é que, se você tiver muita atitude mas pouco ou nenhum conhecimento técnico, ainda sim, pode construir algo de impacto. (Afinal, não é essa a história da maioria dos grandes empreendedores que lemos nos livros?)

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Fit: Mindset/Ecossistema

O Fit é um conjunto, um encaixe, até mesmo um equilíbrio entre duas partes. A cada fase da jornada, o empreendedor precisa alcançar um desses “Fits” para que esteja pronto para avançar para a fase seguinte.

O Fit desse estágio está em desenvolver o mindset correto para a criação de uma startup e também entender como todo esse ecossistema funciona, quais são os desafios (e possíveis recompensas) que existem pela frente. 

Durante essa etapa, você não vai apenas pesquisar ou imaginar seu negócio. Você vai de fato, descobrir um problema para resolver, ou seja, alguém com uma dor e uma possível solução para essa pessoa. Dessa forma, você deve comprovar todas as hipóteses, para que consiga iniciar as vendas. 

Quando isso se concretizar, você estará pronto para entrar no próximo estágio: PRÉ-OPERAÇÃO.

Bom, espero que tenham gostado! Nas próximas semanas volto para falar sobre a fase de pré-operação.

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